A aprendizagem significativa adquire e armazena ideias
domingo, 13 de agosto de 2023
APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA
quarta-feira, 9 de agosto de 2023
3º BIMESTRE ATIVIDADE DOS VÍDEOS
ATIVIDADE DOS VÍDEOS
3,0 PONTOS
EM GRUPO, DISCUTIR AS IDEIAS QUE CADA PROPOSTA DE ORGANIZAÇÃO DE TEMPO E ESPAÇO SÃO APRESENTADAS NOS DOIS VÍDEOS.
CONISDEREM AS DIFERENÇAS E SEMELHANÇAS, APONTEM OS ASPECTOS, SEGUNDO VOCÊS, POSITIVOS E NEGATIVOS.
DESTAQUEM OS CONCEITOS EDUCACIONAIS E DIDÁTICOS QUE VOCÊS NÃO CONHECIAM E PERCEBERAM NOS VÍDEOS.
FAZER RESUMO E APRESENTAR NA PRÓXIMA AULA APÓS O VÍDEO.
domingo, 6 de agosto de 2023
QUANDO SINTO QUE JÁ SEI
DOCUMENTÁRIO
QUANDO SINTO QUE JÁ SEI
O documentário explora formatos de escola alternativa pelo Brasil
Ana Clara Oliveira
DOCUMENTÁRIO QUE TRAZ À DISCUSSÃO A TEMÁTICA SOBRE O TRABALHO REALIZADO PELA ESCOLA, O TRABALHO PEDAGÓGICO E A FORMAÇÃO HUMANA.
VAMOS ASSISTIR?
MAS ANTES, VAMOS PENSAR E RESPONDER INTIMAMENTE:
O QUE É A ESCOLA HOJE PRA VOCÊ?
COMO PODEMOS DEFINIR ESCOLA PRA NÓS?
QUAL O PAPEL DA ESCOLA ATUAL?
QUAIS AS VANTAGENS E DESAFIOS QUE ESSA INSTITUIÇÃO TEM HOJE?
SERÁ QUE ELA CONSEGUE CUMPRIR SEU PAPEL APONTADO NA LEI E NOS IDEAIS DO PAÍS?
O QUE É PRECISO? O QUE TEMOS FEITO?
quarta-feira, 2 de agosto de 2023
1ª ATIVIDADE DO 3º BIMESTRE PARA CDPEF E PEOSE
1ª ATIVIDADE DO 3º BIMESTRE (2,0)
CONTEMPLANDO PEOSE E CDPEF
DE ACORDO COM A LDB9394/96 O ENSINO FUNDAMENTAL TEM POR OBJETIVO A FORMAÇÃO BÁISCA DO CIDADÃO, MEDIANTE ASPECTOS QUE DEVEM SER ATENDIDOS NO ARTIGO 32.
ESCOLHA UM DOS ASPECTOS APONTADOS PELOS INCISOS I, II, III OU IV.
APÓS, PESQUISE UM LIVRO INFANTIL QUE ATENDA AOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FAUNMENTAL, CUJA TEMÁTICA ATENDA AO INCISO ESCOLHIDO.
POSTO NA SUA TIMELINE DO FACE OU INSTAGRAM COM O TÍTULO: DICAS PARA TRABALHAR NAS SÉRIES INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL.
POSTE APÓS:
A SINOPSE DO LIVRO
A FOTO DA CAPA
E O INCISO AO QUAL ATENDE, CITANDO O ARTIGO 32 DA LDB.
Art. 32. O ensino fundamental obrigatório, com duração de 9 (nove) anos, gratuito na escola pública, iniciando-se aos 6 (seis) anos de idade, terá por objetivo a formação básica do cidadão, mediante: (Redação dada pela Lei nº 11.274, de 2006)
I - o desenvolvimento da capacidade de aprender, tendo como meios básicos o pleno domínio da leitura, da escrita e do cálculo;
II - a compreensão do ambiente natural e social, do sistema político, da tecnologia, das artes e dos valores em que se fundamenta a sociedade;
III - o desenvolvimento da capacidade de aprendizagem, tendo em vista a aquisição de conhecimentos e habilidades e a formação de atitudes e valores;
IV - o fortalecimento dos vínculos de família, dos laços de solidariedade humana e de tolerância recíproca em que se assenta a vida social.
segunda-feira, 31 de julho de 2023
PLANEJAMENDO A AULA: ORGANIZAÇÃO DO TEMPO E ESPAÇO ESCOLAR
A BNCC nos convida a refletir sobre o que vamos ensinar, para que possamos desenvolver competências e habilidades que garantam a formação integral de nossos alunos. Por isso, este é um dos principais pontos que o educador deve levar em consideração no momento em que estiver planejando aula.
Isso porque, esse olhar nos remete a rever a organização curricular utilizada em nossa escola e quais as metodologias que escolheremos para que tudo seja possível e o processo de ensino e aprendizagem seja eficaz.
Parece, à primeira vista, que pensar nos tempos escolares e na organização dos espaços físicos não seja algo que mereça a atenção necessária, pois os tempos da escola (horários de aula, números de aulas para cada área do conhecimento, ano letivo, calendário) e os espaços (organização das carteiras, divisão dos ambientes) já são determinados.
Mas o tempo e o espaço são estruturantes para a cultura escolar, são ordens a serem aprendidas e influenciam diretamente na dinâmica social e cultural. Aprendemos com o tempo e com os lugares. São ferramentas pedagógicas e, portanto, devem nos orientar enquanto estivermos planejando aula.
3ºBIMESTRE DISCUTIR A DIVERSIDADE, O TEMPO E O ESPAÇO NA ESCOLA. O QUE SIGNIFICA?
Discutir a
diversidade, o tempo e o espaço na escola: o que significa?
Liliamar Hoça
A imagem concebida historicamente da escola, na
qual crianças de determinadas idades frequentariam um espaço projetado
para ensinar em períodos fixos de tempo,
não corresponde à imagem, tampouco à realidade hoje difundidas. Quem conhece a
escola de ensino fundamental sabe muito bem como cada dia se configura. Tanto
alunos como professores não são apenas sujeitos contemplativos na instituição.
No cotidiano, os professores se deparam com muitos desafios advindos de
aspectos administrativos, políticos, pedagógicos. Entrelaçado aos referidos
desafios está a busca por compreender o significado da diversidade em sala de
aula e chegar ao ponto de desenvolver um trabalho pedagógico voltado a tal
questão. Mas o que pressupõe (presumir) para a escola, para o professor e para os alunos a
questão da diversidade?
Caso os alunos fossem questionados acerca da
diversidade, poderiam responder como Tatiana Belinky em sua obra, cujo título é
Diversidade: Diversidade - Um é feioso... Outro é bonito... Um é certinho.... Outro, esquisito. Ou até
assim: Um é ligeiro... outro é mais lento... um é branquelo... outro é
sardento. A resposta dos alunos poderia também deixar muitas pessoas a pensar,
pois poderiam dizer: Um carrancudo... outro, tristonho... um divertido...
outro, enfadonho. Porém, não é possível deixar de mencionar o quanto os alunos
se percebem marginalizados quando, em determinadas
atividades propostas em sala de aula, precisam seguir um padrão, segundo
o qual pouco podem expressar de sua maneira de compreender ou não, e interagem
como necessitam seus docentes.
Sob a ótica do professor, a diversidade pressupõe
mudanças na dinâmica de relações com os alunos, alterações nas atividades
diárias, de modo que todos possam alcançar um nível de reflexão, expressem seu
pensamento e trabalhem juntos, partindo de suas possibilidades intrínsecas.
Assim, com o intuito de garantir a plenitude do processo, se faz necessário
revisar determinadas práticas, principalmente aquelas relacionadas à
organização dos grupos de trabalho em sala de aula e fora dela,
bem como às questões voltadas ao tempo e ao espaço. Em outras
palavras, é imprescindível ao docente conhecer mais e melhor a questão da
aprendizagem, perceber a importância em se conhecer enquanto pessoa passível e
carente de aprendizado, e que seu modo de aprender tem um elo com sua forma de
ensinar.
O docente, para tratar da diversidade, precisa
rediscutir atitudes e/ou atividades de caráter homogeneizador,
presentes nos muitos processos de aprendizagem.
O dito popular o Sol nasce para todos, na relação
ensino-aprendizado, pode representar uma cruel realidade, pois todos os alunos
são expostos ao mesmo tipo de atividade, modelo de ensino e parâmetros de
avaliação. Cada estudante tem seu ritmo, tempo próprio, experiência
prévia, particular motivação diante da escolaridade e modo de conhecer único,
além de estabelecer referenciais, a fim de se localizar e reconhecer no espaço
escolar.
Para a escola tratar da diversidade, será
necessário repensar o projeto pedagógico, a organização do
tempo e do espaço, considerando a necessidade de compreender
quanto e como o tempo é despendido em atividades
significativas para o desenvolvimento dos conteúdos, quais
espaços são utilizados e com qual intenção. Enfim, questionar o que
representa tempo e espaço na aprendizagem.
A diversidade pressupõe que os envolvidos no
processo educativo concebam a aprendizagem como a interação entre a natureza e
o meio. Segundo Coll (1996, p.334) o aluno precisa sentir-se à vontade e
confiante nas relações com os adultos com os quais interage, mas também que a
recíproca seja verdadeira.
Lima (1999, p.8) apresenta uma questão muito
relevante sobre a aprendizagem e a relação com o tempo, quando afirma que o
planejamento não deve antever apenas situações de aprendizagem,
mas deve também prever o planejamento do tempo
necessário à execução e reflexão no que concerne às referidas situações. O
aluno poderá então estabelecer relações elaboradas, processar a informação,
reformular a ação. Portanto, refletir sobre a questão do tempo e do espaço no
planejamento das atividades escolares traduz-se em um eixo muito importante
para o desenvolvimento de ações que auxiliem tanto professores quanto alunos.